Revista Brasileira de Educação, Saúde e Bem-estar
https://rebesbe.emnuvens.com.br/revista
<p>A Revista Brasileira de Educação, Saúde e Bem-estar (REBESBE) é uma revista científica vinculada à Afya Faculdade de Ciências Médicas de Itabuna, criada no ano de 2021 e mantida pelo grupo Afya Educacional. A missão da REBESBE é veicular pesquisas e experiências na área Transdisciplinar, na interface da Educação, Saúde e Bem-Estar, atuando nas cinco áreas do conhecimento: Ciências Biológicas; Ciências da Saúde; Ciências Humanas; Ciências Sociais Aplicadas; Educação. Destina-se a publicação de obras originais e inéditas que tragam contribuição ao campo científico. </p> <p>A Revista acolhe Artigos Originais; Revisões Sistemáticas e afins; Resenhas; Relatos e Estudo de Caso; Ensaios Clínicos e Cartas ao Editor, elaborados em inglês, português ou espanhol. </p> <p> </p> <p>Periodicidade: Fluxo contínuo</p> <p>Taxas: Sem cobrança de taxas de submissão ou publicação. </p> <p>ISSN: 2965-324X</p>pt-BRRevista Brasileira de Educação, Saúde e Bem-estar2965-324XDoença de Parkinson: avanços terapêuticos em farmacologia, neuromodulação e perspectivas genéticas
https://rebesbe.emnuvens.com.br/revista/article/view/172
<p><strong>Introdução.</strong><span style="font-weight: 400;"> A Doença de Parkinson é uma enfermidade neurodegenerativa progressiva que afeta o sistema nervoso central, marcada pela perda de neurônios dopaminérgicos. Essa degeneração gera sintomas motores, como bradicinesia e tremor de repouso, além de manifestações não motoras que comprometem a qualidade de vida. Novas terapias têm buscado superar limitações da levodopa, tratamento padrão, e promover neuroproteção, visando retardar a progressão da doença. </span><strong>Objetivo.</strong><span style="font-weight: 400;"> Apresentar as principais dimensões terapêuticas atuais na Doença de Parkinson, abrangendo manejo farmacológico, abordagens avançadas e perspectivas genéticas. </span><strong>Métodos.</strong><span style="font-weight: 400;"> Revisão de literatura baseada em publicações indexadas nas bases PubMed, SciELO, LILACS e Google Scholar, incluindo artigos publicados entre 2020 e 2025, em português e inglês. A busca utilizou palavras-chave relacionadas à doença, aos sintomas e às terapias disponíveis, combinadas pelos operadores booleanos AND e OR, envolvendo aspectos farmacológicos, neuromoduladores e genéticos. Foram excluídos estudos duplicados, com amostra insuficiente, irrelevantes ou sem acesso ao texto completo. Após aplicação dos critérios, 15 artigos foram selecionados e analisados quanto à metodologia e relevância científica. </span><strong>Resultados e discussão.</strong><span style="font-weight: 400;"> Os estudos incluídos abordam terapias farmacológicas e tecnologias emergentes. A levodopa e os agonistas dopaminérgicos seguem essenciais no tratamento. A neuromodulação, especialmente a estimulação cerebral profunda, mostra eficácia em pacientes refratários ao tratamento medicamentoso. Terapias gênicas despontam como alternativas promissoras, capazes de restaurar funções dopaminérgicas. </span><strong>Considerações finais.</strong><span style="font-weight: 400;"> Assim, a levodopa permanece como base terapêutica, enquanto a neuromodulação e a terapia gênica representam estratégias inovadoras que podem otimizar resultados e influenciar positivamente a evolução clínica da Doença de Parkinson.</span></p>Beatriz Lorena Ferreira de OliveiraAna Luiza Meneses AlmeidaLarissa Beatriz Soares de Sá MotaDanielle de Sousa Magnavita Lopes
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2026-04-292026-04-291110.29327/2654312.1.1-20Narrativas que acolhem: relato de experiência sobre contação de histórias em ala pediátrica do Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio
https://rebesbe.emnuvens.com.br/revista/article/view/182
<p><strong>RESUMO </strong></p> <p><strong>Introdução:</strong> A contação de histórias configura-se como uma estratégia relevante no cuidado infantil, por favorecer expressão emocional, organização de experiências e fortalecimento da resiliência. Em ambiente hospitalar, essa prática contribui para reduzir medo, ansiedade e estresse, promovendo acolhimento e humanização em consonância com a Política Nacional de Humanização (PNH). <strong>Objetivo:</strong> Relatar a experiência de contação de histórias desenvolvida por acadêmicos de medicina na internação pediátrica do Hospital Materno-Infantil Dr. Joaquim Sampaio (Ilhéus-BA), destacando seus efeitos no bem-estar infantil e familiar. <strong>Metodologia:</strong> Trata-se de um estudo descritivo e qualitativo, do tipo relato de experiência, fundamentado na vivência de acadêmicos do terceiro período de Medicina da Faculdade Afya de Ciências Médicas de Itabuna-BA, que realizaram atividades lúdicas com crianças internadas e seus pais/responsáveis. As informações foram obtidas por observação direta, registrando interação, comportamento, expressões e reações de crianças e responsáveis. <strong>Resultados:</strong> A participação de aproximadamente 23 crianças e familiares evidenciou benefícios emocionais, como redução do estresse, estímulo à expressão de sentimentos e maior engajamento. O uso de narrativas lúdicas, fantoches e roda de conversa favoreceu reflexão sobre medos e superações, fortalecendo vínculos interpessoais. <strong>Conclusão:</strong> A experiência demonstra que a contação de histórias no ambiente hospitalar constitui uma estratégia eficaz para reduzir o estresse da internação, promover acolhimento e fortalecer vínculos entre crianças, familiares e equipe. Sua incorporação contínua é recomendada, com planejamento adequado e atenção às necessidades socioemocionais, contribuindo para um cuidado mais humanizado e integral.</p>Beatriz Rocha MartinsLuciana Thais Rangel Souza
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2026-04-292026-04-291110.29327/2654312.1.1-9Análise da composição corporal em trabalhadores de uma instituição privada de ensino superior
https://rebesbe.emnuvens.com.br/revista/article/view/163
<p>Introdução: A saúde humana é modulada por aspectos biológicos, cognitivos e sociais, representando um parâmetro significativo do perfil nutricional e metabólico. Na perspectiva do trabalhador, esse fator se torna mais evidente, uma vez que a rotina ocupacional, hábitos alimentares e as práticas de atividade física impactam diretamente o bem-estar físico e mental dos colaboradores. Objetivo: Avaliar a composição corporal de profissionais de uma instituição privada de ensino superior no Sul da Bahia. Metodologia: Trata-se de um estudo quantitativo, transversal e observacional de 48 colaboradores voluntários submetidos à análise de composição corporal por bioimpedância elétrica, realizado com equipamento digital conectado ao aplicativo Fitdays. Posteriormente, foram mensurados parâmetros como índice de massa corporal (IMC), percentual de gordura corporal, gordura subcutânea e visceral, massa muscular, massa óssea, percentual de água corporal e relação cintura-quadril (RCQ). Além disso, foram incluídos trabalhadores de ambos os sexos, que aceitaram participar da pesquisa de modo voluntário e que estavam desempenhando normalmente suas atividades no transcorrer da coleta. Resultados e discussão: Houve um predomínio do sexo feminino, dispondo de um percentual de 68,75% e dentre os avaliados 58, 33% apresentaram IMC alto ou muito alto de gordura, estando acima do recomendado e 45,83% exibiram níveis elevados de adiposidade visceral. Em contrapartida, 64,58% apresentaram massa muscular esquelética considerada excelente e 79,17% demonstraram equilíbrio hídrico satisfatório. Quanto à avaliação RCQ, 50% dos participantes possuem adiposidade central, isto é, indicativo de obesidade. Considerações finais: Conclui-se que, os colaboradores dessa instituição apresentaram IMC elevado, sendo composto pela maioria de indivíduos portadores de obesidade, embora mantenham a preservação da taxa muscular, configurando um perfil de risco metabólico moderado. Enfatiza-se a relevância da bioimpedância como método eficiente e de fácil aplicação para acompanhamento da condição física e laboral, auxiliando na prevenção de patologias crônicas e melhora da qualidade de vida ocupacional.</p>Lucas Silva VasconcelosCibelli Maria Bueno Gomes Ana Carolina Oliveira Cardoso Rafaella Ferreira Rocha SantanaLiena Kalline Vitor Camboim
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2026-04-292026-04-291110.29327/2654312.1.1-10O poder do brincar: transformando o hospital em espaço de acolhimento - um relato de experiência
https://rebesbe.emnuvens.com.br/revista/article/view/180
<p><strong>Introdução: </strong>A permanência em ambiente hospitalar é uma experiência complexa e desafiadora, gerando repercussões físicas e emocionais, especialmente para crianças. Nesse contexto, a ludoterapia configura-se como estratégia multiprofissional de cuidado integral, utilizando o brincar para promover o bem-estar físico e psicológico.<strong> Objetivo: </strong>Relatar a experiência de uma ação extensionista voltada à humanização para crianças e responsáveis no Hospital Materno Infantil Dr. Joaquim Sampaio, em Ilhéus–BA. <strong>Metodologia</strong>: Trata-se de relato de experiência descritivo e qualitativo, a ação foi dividida em 4 etapas, sendo que este relato destaca a etapa “Caminho Mágico”. A dinâmica empregou um tabuleiro lúdico onde as crianças, ao lançarem dados, avançavam casas enfrentando desafios recreativos específicos, como perguntas educativas de “Verdade ou Mito”, testes de conhecimentos gerais e brincadeiras ativas como mímicas, imitações e enigmas. A atividade foi executada na brinquedoteca e adaptada para aplicação nos leitos.<strong> Resultados: </strong>Participaram 17 crianças que, apesar da resistência inicial ligada à vulnerabilidade emocional e saúde debilitada, demonstraram crescente adesão e interação. A ludoterapia consolidou um espaço terapêutico que reduziu a ansiedade, aliviou a dor e melhorou o humor. Para os acadêmicos de Medicina, a experiência transcendeu o aprendizado técnico, fortalecendo competências humanísticas e provando que intervenções criativas e empáticas promovem saúde. <strong>Conclusão:</strong> A ação evidenciou na prática a importância da humanização no cuidado pediátrico, tornando o ambiente mais acolhedor e estimulando a expressão infantil através do brincar. Para os discentes, a experiência proporcionou aprendizado significativo sobre empatia, escuta ativa e o papel transformador das práticas humanizadas na formação profissional.</p>José Eduardo de Almeida MendesAnael de Souza ManoFlávio Alves OliveiraFelipe Oliveira SantosLuciana Thais Rangel Souza
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2026-04-292026-04-291110.29327/2654312.1.1-11Educação sexual e métodos contraceptivos: uma experiência extensionista com adolescentes no ambiente escolar
https://rebesbe.emnuvens.com.br/revista/article/view/179
<p>Introdução: A educação sexual é essencial para o desenvolvimento dos adolescentes, favorecendo a prevenção de ISTs e gravidez não planejada, embora ainda seja tratada superficialmente nas escolas. Objetivo: Relatar uma ação extensionista sobre educação sexual e métodos contraceptivos utilizando metodologias ativas. Metodologia: Relato de experiência qualitativo desenvolvido por acadêmicos de Medicina da Afya com cerca de 40 alunos da Escola Frederico Smith, utilizando cartões ilustrados com informações sobre DIU, preservativos, pílulas e implante, seguidos de discussão para esclarecimento de dúvidas, sem necessidade de aprovação ética conforme Resolução CNS nº 510/2016. Resultados e Discussão: A atividade estimulou diálogo, participação e maior compreensão sobre contraceptivos, favorecendo o autocuidado e a quebra de tabus. Considerações Finais: Metodologias participativas fortalecem autonomia, pensamento crítico e responsabilidade, consolidando a escola como espaço de promoção da saúde.</p>Caik Lacerda Souza Lara Maciel Medeiros Larissa Veloso Teixeira Mariana Andrade de Souza FerreiraMatteus Augusto de Deus NogueiraMônica Bomfim Silva
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2026-04-292026-04-291110.29327/2654312.1.1-12O direito à saúde das pessoas refugiadas no Brasil: entre o reconhecimento normativo e os desafios da efetivação
https://rebesbe.emnuvens.com.br/revista/article/view/177
<p>Introdução: A intensificação de conflitos armados, crises econômicas e desastres humanitários impulsiona fluxos migratórios sem precedentes. O Brasil, alinhado a tratados internacionais de direitos humanos, tem recebido número crescente de refugiados, especialmente da Venezuela, Cuba, Haiti, Angola e Síria. Em 2024, 13.632 pessoas foram reconhecidas como refugiadas, aumento de 16,3% em relação ao ano anterior. Embora a Lei nº 9.474/1997 garanta igualdade de acesso a serviços públicos, persistem desafios na efetivação desses direitos, sobretudo na saúde, onde barreiras linguísticas, culturais e burocráticas dificultam o atendimento. Objetivo: Analisar os desafios enfrentados por pessoas refugiadas no acesso ao Sistema Único de Saúde (SUS), com ênfase nos impactos das barreiras linguísticas, culturais e institucionais na efetivação do direito à saúde. Metodologia: Pesquisa documental e descritiva, de abordagem interdisciplinar, baseada na análise de fontes institucionais e científicas. Foram consultados documentos oficiais e artigos das bases SciELO e Periódicos CAPES, entre 2019 e 2024, utilizando descritores combinados por operadores booleanos, como “refugiados AND saúde AND SUS” e “imigrantes AND SUS AND saúde”. Resultados e discussão: Apesar do arcabouço jurídico sólido, a execução das políticas é fragmentada. O despreparo de profissionais diante de diferenças culturais e linguísticas compromete o cuidado e a adesão aos tratamentos. Estudos apontam que barreiras burocráticas e ausência de mediadores culturais limitam o acesso equitativo e evidenciam a necessidade de políticas intersetoriais entre SUS, SUAS e instituições de acolhimento. UBS ainda enfrentam xenofobia e vulnerabilidade social, exigindo capacitação permanente.</p>Ana Luiza Seidel CarvalhoAna Clara Souza Lima Júlia Ribeiro Oliveira CamposMaiana Aragão DuarteAmanda Santos Alves Freire
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2026-04-292026-04-291110.29327/2654312.1.1-13Batendo no ritmo da saúde: Relato de uma ação da liga de cardiologia no dia do coração
https://rebesbe.emnuvens.com.br/revista/article/view/176
<p><strong>Introdução</strong>. As Doenças Cardiovasculares (DCV) são a principal causa de morte no mundo e no Brasil, evidenciando a importância de ações preventivas e educativas. Nesse contexto, as ligas acadêmicas exercem papel fundamental ao integrar ensino, pesquisa e extensão, aproximando o conhecimento científico da comunidade. Diante da alta prevalência das DCV e da influência de hábitos de vida no seu desenvolvimento, ações de educação em saúde tornam-se essenciais para estimular o autocuidado e reduzir agravos, além de contribuir para a formação humanizada dos discentes<strong>. Objetivos. </strong>Relatar a experiência extensionista da Liga Acadêmica de Cardiologia Saúde e Bem-Estar da Afya Faculdade de Ciências Médicas de Itabuna, realizada em alusão ao Dia Mundial do Coração, com foco na promoção da saúde cardiovascular e conscientização sobre fatores de risco.<strong> Metodologia. </strong>Trata-se de um relato de experiência, de caráter descritivo e qualitativo, referente à ação realizada no Shopping Jequitibá, em Itabuna – BA. Foram desenvolvidas triagens clínicas, orientações sobre prevenção e dinâmicas interativas com o público, utilizando um dado educativo e uma peça anatômica de coração humano.<strong> Resultados/Discussão. </strong>A ação contou com cerca de 100 participantes e possibilitou identificar fatores de risco, além de promover diálogo e conscientização sobre cuidados cardiovasculares. As dinâmicas educativas facilitaram o aprendizado e despertaram o interesse do público. Para os estudantes, a experiência favoreceu o desenvolvimento de empatia, comunicação e responsabilidade social.<strong> Considerações finais. </strong>A atividade demonstrou-se eficaz na promoção da saúde cardiovascular e na integração entre universidade e comunidade. A experiência reforçou a importância da educação em saúde como instrumento de prevenção e da extensão universitária na formação médica ética e humanizada.</p>Rafaella FerreiraAnna Victória Dourado GuidaDiêgo Araújo Brito dos SantosAna Paula Scher Barreto LealLuciana Thais Rangel de Souza
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2026-04-292026-04-291110.29327/2654312.1.1-16Conscientização e prevenção do câncer de próstata e hiperplasia prostática benigna na comunidade: um relato de experiência
https://rebesbe.emnuvens.com.br/revista/article/view/175
<p><span style="font-weight: 400;">A hiperplasia prostática benigna (HPB) e o câncer de próstata representam condições prevalentes entre homens, sobretudo a partir da quarta década de vida. Apesar de sua relevância, fatores socioculturais, como o machismo e o constrangimento em relação ao exame de toque retal, dificultam o diagnóstico precoce e a adesão às medidas de prevenção, o que impacta negativamente a saúde e a qualidade de vida masculina. Nesse contexto, a educação em saúde surge como uma ferramenta essencial para estimular o autocuidado e a reflexão crítica sobre escolhas pessoais e coletivas. Este projeto relata uma ação extensionista de conscientização e prevenção do câncer de próstata e HPB, realizada para homens atendidos na Unidade Básica de Saúde Drª Lavígnia Magalhães, em Itabuna-BA, por meio de ações de educação em saúde e acolhimento. Trata-se de um relato de experiência desenvolvido em quatro etapas: roda de conversa; socialização através de jogos interativos; coleta de feedback; e distribuição de lanches. Portanto, a iniciativa promoveu ao público-alvo da referida Unidade de Saúde da Família informações sobre os fatores de risco, prevenção e importância do diagnóstico precoce do câncer de próstata e da HPB. Além disso, houve fortalecimento do vínculo dos participantes com a unidade de saúde, ao passo que se incentivou o autocuidado e o acompanhamento regular do público masculino. </span></p>Beatriz Lorena Ferreira de OliveiraLeticia Ramos dos SantosTaissa Almeida TiboTatiana Setenta Basso
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2026-04-292026-04-291110.29327/2654312.1.1-17Construindo hábitos saudáveis de alimentação e higiene na infância: uma experiência na Unidade de Saúde da Família Dr. Nilton Ramos
https://rebesbe.emnuvens.com.br/revista/article/view/174
<p><span style="font-weight: 400;">O presente relato descreve uma ação educativa realizada em uma creche vinculada à área de abrangência da Unidade de Saúde da Família Dr. Nilton Ramos, em Itabuna, Bahia, com o objetivo de promover hábitos saudáveis de alimentação e higiene entre crianças em idade pré-escolar. A atividade, desenvolvida por meio de dinâmicas lúdicas e interativas, buscou estimular a socialização, o aprendizado e a conscientização sobre a importância da adoção de práticas alimentares equilibradas e da higienização correta das mãos. A metodologia incluiu o uso de recursos visuais e sensoriais, como figuras ilustrativas, músicas, tintas e experiências com água e sabão, possibilitando uma aprendizagem concreta e prazerosa. Os resultados evidenciaram o engajamento das crianças, a compreensão dos conteúdos abordados e o fortalecimento de atitudes positivas relacionadas ao autocuidado e à saúde. A ação demonstrou que o uso de estratégias lúdicas no contexto escolar é uma ferramenta eficaz para a formação de hábitos saudáveis desde a infância, contribuindo para o desenvolvimento integral e para a construção de uma cultura de prevenção e bem-estar.</span></p>Beatriz Lorena Ferreira de OliveiraAna Clara Dias ZapulaLucas Oliveira PereiraLeticia Ramos dos SantosVerônica Rabelo Santana AmaralVerônica Ferreira de Souza Fernandes
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2026-04-292026-04-291110.29327/2654312.1.1-18Entre a punição e o abandono: a precarização e a invisibilização da saúde prisional
https://rebesbe.emnuvens.com.br/revista/article/view/173
<p>Introdução: A saúde da população encarcerada evidencia desigualdades estruturais no Brasil, pois a superlotação, a insalubridade, a alimentação inadequada e o acesso restrito aos serviços de saúde aumentam a vulnerabilidade física e mental, favorecendo infecções, agravamento de doenças crônicas e transtornos psíquicos. Objetivos: Analisar como determinantes históricos e sociais contribuem para a precarização da saúde da população encarcerada no Brasil. Metodologia: Revisão narrativa da literatura, com abordagem descritiva e qualitativa, incluindo artigos publicados entre 2020 e 2025 nas bases SciELO, PubMed e LILACS, além de documentos oficiais sobre a Política Nacional de Atenção Integral à Saúde das Pessoas Privadas de Liberdade (PNAISP). Resultados e discussão: A precarização da saúde prisional reflete desigualdades sociais e raciais que afetam grupos marginalizados. A superlotação, a falta de recursos e a insalubridade favorecem infecções e agravam doenças. A PNAISP apresenta implementação limitada, e a ausência de dados epidemiológicos reforça a invisibilidade. Considerações finais: Melhorar a saúde prisional exige políticas integradas, fortalecimento da PNAISP, equipes ampliadas, produção de dados e ações intersetoriais.</p>Larissa Veloso TeixeiraMariana Andrade De Souza FerreiraMaria Julia Mendes CastroMariana Santos Simões
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2026-04-292026-04-291110.29327/2654312.1.1-19Impacto do TDAH no desenvolvimento infantil
https://rebesbe.emnuvens.com.br/revista/article/view/158
<p>Introdução: O Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade (TDAH) é reconhecido como um dos transtornos neuropsiquiátricos mais prevalentes na infância, caracterizado por sintomas persistentes de desatenção, impulsividade e hiperatividade, que comprometem o desempenho escolar, a convivência social e o desenvolvimento emocional da criança. Além de afetar diretamente o aprendizado, o TDAH também influencia a autoestima, as relações familiares e a adaptação social, o que torna fundamental compreender sua complexidade para planejar intervenções eficazes e integradas. Objetivo: Identificar e analisar os principais efeitos do TDAH sobre o desenvolvimento infantil, abordando dimensões cognitivas, comportamentais, emocionais e sociais, bem como revisar estratégias terapêuticas e educacionais de manejo do transtorno. Método: Trata-se de uma revisão narrativa da literatura, baseada em artigos publicados entre 2007 e 2024, nas bases de dados PubMed, SciELO e LILACS . Foram selecionados estudos originais e revisões que discutem a influência do TDAH no desenvolvimento infantil, incluindo aspectos diagnósticos, terapêuticos e psicossociais. Resultados/Discussão: As evidências apontam que o TDAH afeta negativamente o rendimento escolar, a capacidade de atenção, a regulação emocional e a interação social. Abordagens terapêuticas multidisciplinares, que envolvem suporte familiar, acompanhamento psicológico, intervenções pedagógicas e, quando necessário, tratamento farmacológico, têm se mostrado mais eficazes na promoção do desenvolvimento global. Considerações Finais: Conclui-se que o TDAH é um desafio multifatorial que exige estratégias intersetoriais e políticas públicas voltadas à inclusão escolar, ao diagnóstico precoce e ao apoio contínuo às crianças e suas famílias, promovendo um desenvolvimento mais equilibrado e saudável.</p> <p> </p>Mariane SantosTirsa MeloVictor Santana Évelin Santos
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2026-04-292026-04-291110.29327/2654312.1.1-21Entre pressões e cuidados: vivências sobre hipertensão arterial sistêmica na Unidade de Saúde da Família Dr. Elson Duarte
https://rebesbe.emnuvens.com.br/revista/article/view/171
<p id="docs-internal-guid-689f96bc-7fff-fcbe-8ece-8166a852b183" dir="ltr" style="line-height: 1.3800000000000001; text-align: justify; margin-top: 0.0pt; margin-bottom: 0.0pt;"><span style="font-size: 12pt; font-family: 'Times New Roman', serif; background-color: transparent; font-variant-numeric: normal; font-variant-east-asian: normal; font-variant-alternates: normal; font-variant-position: normal; font-variant-emoji: normal; vertical-align: baseline; white-space-collapse: preserve;"><strong>Introdução:</strong> As atividades de extensão devem integrar os componentes curriculares dos cursos de graduação e é considerada um elo entre teoria e prática, promovendo uma formação integral e socialmente comprometida. A ação extensionista na comunidade é fundamental diante da relevância da Hipertensão Arterial Sistêmica (HAS) como um dos principais problemas de saúde pública. <strong>Objetivo:</strong> O presente trabalho teve como objetivo descrever a experiência de estudantes de medicina no acompanhamento de pacientes hipertensos em uma Unidade de Saúde da Família (USF), destacando as ações de promoção à saúde, os desafios enfrentados e os aprendizados construídos no contexto da Atenção Primária à Saúde. <strong>Metodologia:</strong> As ações envolveram atendimentos supervisionados, orientações em saúde e atividades educativas voltadas à adesão terapêutica e à mudança de hábitos de vida. <strong>Resultados:</strong> Observou-se que a baixa adesão ao tratamento estava relacionada a fatores socioeconômicos, desconhecimento dos riscos e dificuldade em manter hábitos saudáveis. A vivência possibilitou aos acadêmicos compreender a importância do vínculo com o paciente, da escuta ativa e da abordagem multiprofissional. <strong>Conclusão:</strong> Conclui-se que a extensão universitária fortalece a formação médica humanizada e o compromisso social, contribuindo para o cuidado integral e para o controle da hipertensão na Atenção Primária à Saúde.</span></p>Priscilla Barbosa da Silva
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2026-04-292026-04-291110.29327/2654312.1.1-22O impacto da pandemia de COVID-19 nas internações por influenza e pneumonia na Bahia (2017-2024): Subnotificação ou priorização de leitos?
https://rebesbe.emnuvens.com.br/revista/article/view/170
<p><strong>Introdução:</strong> A <em>influenza</em> e a pneumonia representam importantes causas de morbimortalidade e altos custos sociais no Brasil. A pandemia de COVID-19 alterou a dinâmica das doenças respiratórias, impactando o número de hospitalizações. Na Bahia, fatores geográficos, climáticos e socioeconômicos contribuem para a variação da incidência.<strong> Esse estudo busca a</strong>valiar o impacto da pandemia de COVID-19 nas internações por <em>influenza</em> e pneumonia na Bahia entre 2017-2024.<strong> Material e método: </strong>Trata-se de um estudo epidemiológico, descritivo e retrospectivo, com abordagem quantitativa, realizado a partir da análise de dados do Sistema de Informações Hospitalares do SUS (SIH/SUS), disponibilizados pelo DATASUS. Foram avaliadas as hospitalizações por <em>influenza</em> e pneumonia nos períodos pré-pandêmico (2017-2019), pandêmico (2020-2021) e pós-pandêmico (2022-2024), comparando-os e buscando explicações para os parâmetros encontrados.<strong> Resultados e Discussão: </strong>Entre 2017 e 2024, a Bahia registrou 577.877 internações por doenças respiratórias, sendo a pneumonia responsável por 44,07% e a influenza por 3,57% dos casos. A análise evidenciou diferenças entre os períodos avaliados, com redução das hospitalizações durante a pandemia possivelmente associada à subnotificação decorrente da priorização do atendimento à COVID-19 e à similaridade clínica entre síndromes respiratórias. No período pós-pandêmico, observou-se aumento das internações, possivelmente relacionado à flexibilização das medidas de segurança e à redução da cobertura vacinal, especialmente contra a <em>influenza</em>. <strong>Conclusão:</strong> A pandemia de COVID-19 impactou significativamente as internações por <em>influenza</em> e pneumonia na Bahia. Os resultados indicam necessidade de políticas públicas que ampliem a cobertura vacinal e combatam a desinformação, reduzindo a morbimortalidade e fortalecendo a resposta diante de crises sanitárias.</p>Lucas Almeida de AzevedoLuciana Thais Rangel Souza
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2026-04-292026-04-291110.29327/2654312.1.1-23Sorrisos que curam: um dia das crianças especial no grupo de apoio à criança com câncer de Itabuna - Bahia
https://rebesbe.emnuvens.com.br/revista/article/view/168
<p><strong>Introdução: </strong>Embora seja raro, o câncer infantojuvenil é a principal causa de morte por doenças na infância. O tratamento tem um impacto emocional e social significativo, exigindo cuidados que vão além do escopo biomédico. Nesse cenário, atividades lúdicas são ferramentas terapêuticas que podem favorecer o bem-estar e tornar o cuidado mais humanizado. <strong>Metodologia:</strong> Trata-se de um relato de experiência, de abordagem descritiva e qualitativa, realizado em outubro de 2025 com a participação de 12 acadêmicos e cerca de 25 crianças em tratamento oncológico. A ação envolveu atividades recreativas, lanche coletivo e entrega de brinquedos personalizados. Por se tratar de relato, a atividade dispensa submissão ao CEP (Res. CNS nº 510/2016).<strong> Resultados e Discussão:</strong> A ação promoveu momentos de alegria, integração e acolhimento, fortalecendo vínculos afetivos e reduzindo o estresse do tratamento. Para os acadêmicos, a vivência favoreceu empatia, sensibilidade e comunicação humanizada. <strong>Considerações Finais:</strong> Ações como essa reforçam a importância da extensão universitária na construção de uma formação ética e solidária, unindo ciência, afeto e compromisso social no atendimento pediátrico.</p>Ana Carolina Fernandes CestaroIsabela de Freitas MaiaKyara de Farias MateusLivia Carneiro SilvaNathália Dantas FavorettiLuciana Thais Rangel Souza
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2026-04-292026-04-291110.29327/2654312.1.1-24Aprendizado e prática no cuidado integral: relato de experiência na Unidade Básica de Saúde Dr. Roberto Santos
https://rebesbe.emnuvens.com.br/revista/article/view/167
<p><strong>Introdução:</strong> A Atenção Primária à Saúde (APS) é a base do SUS, guiada pela universalidade, integralidade e equidade. As Unidades Básicas de Saúde (UBS) funcionam como porta de entrada do sistema, promovendo saúde, prevenção, diagnóstico e manejo de condições crônicas, além de fortalecer o vínculo com a comunidade. A inserção de estudantes de medicina nesse contexto desenvolve competências clínicas, comunicacionais e éticas, formando profissionais comprometidos com o cuidado integral e com o SUS. <strong>Objetivo:</strong> Relatar a vivência dos estudantes de medicina durante as atividades práticas no eixo de Comunidades V na UBS Dr. Roberto Santos, evidenciando a importância desse contato direto para a formação médica e fortalecimento das ações de atenção primária à saúde. <strong>Métodos:</strong> Trata-se de um relato de experiência descritivo e qualitativo, realizado por acadêmicos do 5º período de Medicina da Afya Faculdade de Ciências Médicas de Itabuna. As atividades ocorreram quinzenalmente, envolvendo consultas supervisionadas, anamneses, exames físicos, interpretação de exames, registros em prontuário e elaboração de condutas. <strong>Resultados/Discussão:</strong> A imersão no contexto da APS possibilitou o aprimoramento progressivo das habilidades de escuta ativa, comunicação e acolhimento, fortalecendo a construção do vínculo terapêutico e a compreensão integral do paciente em seu contexto biopsicossocial. <strong>Considerações Finais:</strong> A experiência foi essencial para a formação médica integral, ao unir prática clínica, educação em saúde e desenvolvimento humano. O contato com a comunidade e a rotina da APS fortaleceu competências técnicas, comunicacionais e ético-humanísticas, reforçando o compromisso dos estudantes com os princípios do SUS e com um cuidado acolhedor, equitativo e integral.</p>Taine Araújo AlvesLivia Carneiro SilvaDiêgo Araújo Brito dos SantosIsabela Lima de Souza
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2026-04-292026-04-291110.29327/2654312.1.1-25Coinfecção TB-HIV no Brasil: Um retrato das desigualdades e dos avanços em 14 anos de vigilância
https://rebesbe.emnuvens.com.br/revista/article/view/166
<p><strong>Introdução:</strong><span style="font-weight: 400;"> A coinfecção por tuberculose (TB) e HIV é um desafio relevante de saúde pública, com elevada morbimortalidade, em países de média e baixa renda. Pessoas vivendo com HIV têm maior risco de desenvolver TB ativa pela imunossupressão. Apesar dos avanços diagnósticos e terapêuticos, a persistência da coinfecção evidencia desigualdades sociais e fragilidades na integração entre programas. </span><strong>Objetivo:</strong><span style="font-weight: 400;"> Descrever o panorama epidemiológico da coinfecção TB-HIV no Brasil entre 2010 e 2024, analisando tendências temporais e desafios no controle das doenças. </span><strong>Metodologia:</strong><span style="font-weight: 400;"> Estudo ecológico, descritivo e retrospectivo, baseado em dados do SINAN/DATASUS. Incluíram-se casos de tuberculose com HIV positivo e casos de HIV/AIDS notificados entre 2010 e 2024, estratificados por ano e sexo. Os dados foram obtidos nos bancos SINAN – Tuberculose e SINAN – HIV/AIDS, com análise descritiva das frequências e variações. Por utilizarem dados públicos agregados, não houve necessidade de apreciação ética, conforme a Resolução nº 510/2016. </span><strong>Resultados e Discussão:</strong><span style="font-weight: 400;"> Foram registrados 569.947 casos de AIDS e 153.059 casos de TB-HIV, com predominância masculina. Enquanto os casos de AIDS reduziram 57%, os de TB-HIV aumentaram, alcançando 14.821 notificações em 2024. Esse crescimento pode refletir a retomada das notificações pós-pandemia e melhorias diagnósticas, como o Teste Rápido Molecular. A persistência da coinfecção revela vulnerabilidades sociais, desigualdades regionais e diagnóstico tardio. </span><strong>Considerações Finais:</strong><span style="font-weight: 400;"> A coinfecção TB-HIV segue como desafio no Brasil. É essencial fortalecer a integração entre programas, ampliar o diagnóstico precoce, garantir tratamento oportuno e reduzir o estigma, com políticas intersetoriais e atenção primária fortalecida.</span></p>Mariana Andrade de Souza FerreiraMaria Júlia Mendes Castro Larissa Veloso Teixeira Luciana Thaís Rangel Souza
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2026-04-292026-04-291110.29327/2654312.1.1-7Análise epidemiológica da produção de células germinativas e embriões humanos no nordeste do Brasil.
https://rebesbe.emnuvens.com.br/revista/article/view/164
<p><strong>Introdução: </strong><span style="font-weight: 400;">A Reprodução Humana Assistida (RHA) é essencial no combate à infertilidade no Brasil, sendo regulamentada pelo SisEmbrio/ANVISA. O crescimento da RHA está ligado a fatores como a idade materna avançada e patologias. A criopreservação é uma etapa crucial para otimizar os tratamentos, mas o monitoramento da produção regional e a gestão do material excedente são fundamentais.</span><strong> Objetivo: </strong><span style="font-weight: 400;">Este estudo objetivou analisar o perfil de atividade dos CRHAs do Nordeste e determinar a eficiência da criopreservação de embriões em relação aos ciclos de Fertilização in Vitro (FIV) realizados entre 2020 e 2024.</span><strong> Metodologia: </strong><span style="font-weight: 400;">A pesquisa utilizou uma abordagem documental, quantitativa e retrospectiva, analisando dados secundários consolidados do SisEmbrio (ANVISA) para os nove estados nordestinos. </span><strong>Resultados e Discussão: </strong><span style="font-weight: 400;">Os resultados revelaram uma atividade robusta na região, totalizando 30.016 ciclos de FIV e 60.184 embriões criopreservados no período. Identificou-se uma acentuada concentração de centros e produção em Pernambuco, Bahia e Ceará. O cálculo do Índice de Criopreservação por Ciclo (ICC) de aproximadamente 2,005 demonstrou alta capacidade produtiva e eficiência laboratorial. Contudo, o grande volume de 32.102 embriões descartados reforça a necessidade de vigilância ética contínua.</span><strong> Conclusão: </strong><span style="font-weight: 400;">Em conclusão, a análise comprovou que a região Nordeste possui centros eficientes em criopreservação, fornecendo um panorama essencial para a saúde reprodutiva regional e para o aprimoramento das políticas públicas.</span></p>Gustavo Tulio BritoMilena Nunes Chaves da Fé de JesusMariana Santos Simões
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2026-04-292026-04-291110.29327/2654312.1.1-8Sintomas de hiperglicemia como manifestação inicial do Diabetes Mellitus Tipo 2 em paciente idoso: relato de caso na Unidade de Saúde da Família (USF)
https://rebesbe.emnuvens.com.br/revista/article/view/160
<p style="font-weight: 400;"><strong>Introdução:</strong> O Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2) é uma doença metabólica crônica caracterizada por resistência à insulina e disfunção progressiva das células β pancreáticas. Sua prevalência crescente representa um dos maiores desafios de saúde pública do século XXI, associando-se a altas taxas de morbimortalidade e complicações micro e macrovasculares. Nesse contexto, a Atenção Primária à Saúde (APS) tem papel fundamental no diagnóstico precoce, tratamento e prevenção das complicações do DM2. <strong>Objetivo:</strong> Descrever o caso clínico de um paciente idoso com diagnóstico recente de DM2 e hiperglicemia significativa, correlacionando achados clínicos e laboratoriais com aspectos fisiopatológicos, diagnósticos e terapêuticos. <strong>Metodologia:</strong> Estudo descritivo do tipo relato de caso, baseado em dados de prontuário, entrevista, exame físico e exames laboratoriais de um paciente atendido em uma Unidade de Saúde da Família. Complementarmente, realizou-se revisão da literatura nas bases PubMed e Scielo utilizando descritores DeCS/MeSH relacionados ao DM2, fisiopatologia, diagnóstico e tratamento. <strong>Relato de Caso:</strong> Paciente masculino, 74 anos, hipertenso, procurou a USF por perda ponderal, poliúria, polidipsia e polifagia. Apresentava glicemia capilar de 529 mg/dL e glicemia plasmática de 453 mg/dL, confirmando o diagnóstico de DM2. Exames revelaram dislipidemia e HbA1c de 17,8%. Instituiu-se tratamento com metformina 1 g (12/12h), insulina NPH (8 U manhã/6 U noite) e sinvastatina 40 mg. <strong>Discussão:</strong> O caso evidencia a apresentação típica de hiperglicemia grave em DM2 descompensado, destacando a importância da triagem e do diagnóstico precoce na APS. A metformina permanece como terapia de primeira linha, por seu perfil de segurança, baixo custo e benefícios cardiovasculares, enquanto a insulina foi necessária para correção metabólica imediata. O controle glicêmico adequado, associado à educação em saúde e acompanhamento multiprofissional, é essencial para reduzir complicações e mortalidade. <strong>Considerações Finais:</strong> O relato reforça o papel central da APS na detecção precoce e no manejo integral do DM2, ressaltando que intervenções precoces, terapêutica combinada e seguimento contínuo são determinantes para o controle da doença e prevenção de complicações.</p>Mel Rocha de MeloLuana Oliveira MendonçaDiego Peixoto de AndradeDavid Gomes do Nascimento
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2026-04-292026-04-291110.29327/2654312.1.1-14COVID-19 e adolescência: um retrato dos impactos psicológicos e sociais
https://rebesbe.emnuvens.com.br/revista/article/view/189
<p><span style="font-weight: 400;">A pandemia de COVID-19 trouxe mudanças drásticas na vida cotidiana, afetando profundamente a saúde mental de crianças e adolescentes com a interrupção de rotinas e o confinamento social. </span><strong>Objetivo:</strong><span style="font-weight: 400;"> analisar os impactos psicológicos da pandemia de COVID-19 em crianças e adolescentes, investigando os transtornos emergentes e os efeitos do isolamento social na saúde mental. </span><strong>Metodologia:</strong><span style="font-weight: 400;"> o estudo foi conduzido como uma revisão sistemática da literatura, analisando 13 artigos publicados entre 2020 e 2024 na base de dados SciELO, que exploraram os impactos psicológicos da pandemia neste grupo. </span><strong>Resultados:</strong><span style="font-weight: 400;"> a análise revelou que os transtornos mais prevalentes foram ansiedade, depressão, ideação suicida e alterações de comportamento, como irritabilidade e hiperatividade. Estratégias como o autocuidado e a telemedicina mostraram-se eficazes, embora com barreiras como o acesso limitado a tecnologias. </span><strong>Conclusão:</strong><span style="font-weight: 400;"> a pandemia teve um impacto significativo na saúde mental de crianças e adolescentes, com o isolamento social e a interrupção de atividades contribuindo para o aumento desses transtornos. Os achados reforçam a necessidade de políticas públicas intersetoriais que integrem saúde, educação e assistência social, e destacam a urgência de estudos longitudinais para avaliar os efeitos a longo prazo.</span></p>Gustavo Tulio Lima de BritoMilena Nunes Chaves da Fé de JesusÉvelin Santos Oliveira
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2026-04-292026-04-291110.29327/2654312.1.1-15